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2º Aniversário da Rádio Amália!

Quarta-feira, 13 Julho, 2011

2º Aniversário AMÁLIA 92.0

Dia 6 de Outubro, 22h00, no Salão de Festas da Voz do Operário, entre a Graça e Alfama, no coração do Fado.

Ricardo Ribeiro, Cuca Roseta, Miguel Capucho, Celeste Rodrigues

E as revelações da Rádio Amália, Liliana Santos e Francisco Salvação Barreto.

Quis o destino que a 6 de Outubro de 2009, nascesse, na capital do Fado, uma nova AMÁLIA.

A rádio AMÁLIA canta, a nossa história, na voz de grandes embaixadores desta expressão tão Portuguesa, o FADO.

A canção de Lisboa, dos Portugueses, canta o sofrimento, a saudade do passado, a saudade de um amor perdido. Canta a dor, a tragédia, a desgraça, os usos e costumes, o amor e o ciúme. As crenças e descrenças. A vida.

As “trovas bizarras e saudades antigas” escutam-se na Voz sentida e dolorida, dos fadistas de outrora. Mas, o “Fado Português” é também inovador e criativo nas vozes, ditas, da nova geração.

A casa de fados, Rádio Amália, é o retiro de todos os fadistas. De todos os Portugueses, porque

A MÚSICA É O NOSSO FADO!

Este ano, voltamos a juntar as vozes dos fadistas – consagrados  novos valores – que dão voz a esta rádio, num espectáculo que também é um tributo. Aos ouvintes que nos encorajam todos os dias e à maior cantadeira de Portugal.

Amália 92.0, quis Deus que fosse o seu nome.

Bilhetes já à venda na Ticketline, Rádio Amália e locais habituais

«Flor de Cacto» de Filipe La Féria

Quinta-feira, 7 Julho, 2011

Numa Lisboa em plena crise psico-económica, um famoso dentista leva uma vida dupla com uma jovem tatuadora, produto típico da geração à rasca, convencendo a miúda que é um homem casado e pai de filhos. Tudo se complica quando esta pretende conhecer a verdadeira mulher do seu futuro marido. A enfermeira que há anos trabalha no consultório do dentista e alimenta por ele uma paixão secreta, vê-se forçada a passar pela mulher legítima do homem solteiro que sempre amou.
No ambiente hilariante de uma clínica dentária, com pacientes que são figuras famosas do nosso Jet7, a comédia atinge situações de grande comicidade com diálogos sofisticados e inteligentes mas numa peça de teatro transversal. Numa época de depressão, o público procura divertir-se, vendo um espectáculo bem representado e elegante, com a marca inconfundível de Filipe La Féria, da qual A FLOR DO CACTO é a impressão digital que se segue, num espectáculo com actores como Rita Ribeiro, Carlos Quintas, Victor Espadinha, Joel Branco, Hugo Rendas, Helena Rocha, Patrícia Resende e Bruna Andrade.

COMPANHIA DO TEATRO POLITEAMA

DIRECÇÃO ARTÍSTICA | Filipe La Féria
DIRECÇÃO DE CENA | Helena Rocha
ASSISTENTE DE ENCENAÇÃO | Inna Lisnyak
DIRECÇÃO DE PRODUÇÃO | Maria Ruivo
PRODUÇÃO | Maria Ruivo | Catarina La Féria | Margarida Lourenço | João Carlos Martins
DIRECÇÃO FINANCEIRA | João Borges Lourenço | João Silva Santos
CHEFIA TÉCNICA | Fernando Mendes | Paulo Miranda
CONTRA-REGRA | Rosa Areia
CONTABILIDADE | CTA Consultores Técnicos Associados | Carla Caetano | Vera Costa
ASSESSORIA JURÍDICA | Rui Colmonero
CONSULTORIA DE GUARDA-ROUPA | Paulo Julião
GUARDA-ROUPA | Catita Soares | Helena Resende
EQUIPA DE ADEREÇOS | Luís Stoffel | Miguel Quina
LUZ | Carlos Martins | Samba Baldé
SOM | Ricardo Ceitil | Cátia Caetano | Pedro Jesus
COORDENAÇÃO GERAL DE MAQUILHAGEM E CABELOS | Carlos Feio
TÉCNICOS DE PALCO | André Amaral | Rui Maçãs | Nelson Rodrigues | Filipe Lopes
BILHETEIRA | Mila Santos | Wagner Lobo
RESERVAS | Pepa Martins | Andreia Lopes
CHEFE DE SALA | Fernando Mendes
PORTA DE CAIXA | Francisco Afonso | Custódio Cambado | Benjamim Neves | Victor Monteiro

Paulo de Carvalho, 50 anos!

Quarta-feira, 6 Julho, 2011

“O tempo passa e eu continuo com muitos projetos, com muitas coisas para fazer”. (Paulo de Carvalho)

Em 2012, este artista ímpar, comemora 50 anos de carreira, data que começa a ser assinalada desde já com a edição de “Vivo”.

“Vivo”, é um testemunho das mais bonitas canções das últimas décadas, “ E Depois do Adeus”, “Flor sem tempo”, “Os Putos”, “Nini”, “Os meninos do Huambo”, ou, mais recentemente, “O meu Mundo Inteiro”.

Gravado em CD e DVD num concerto no Museu do Oriente, este é o primeiro registo ao vivo do artista e consequentemente o seu primeiro DVD.

“Vivo” está disponível em CD, CD+DVD e numa edição especialíssima, que inclui o documentário “Gostava de vos ver aqui” sobre a vida e obra de Paulo de Carvalho.

Realizado por Maria João Gama e Rui Capitão, este documentário de 50 minutos conta a vida e obra de Paulo de Carvalho usando recursos do arquivo de imagem da RTP  e declarações de, entre outros Carlos Mendes, Fernando Tordo, Pedro Passos Coelho, Carlos do Carmo, Joaquim Pessoa e Rita Guerra.

“Vivo”, é uma obra imprescindível de um dos maiores intérpretes e compositores da Música Portuguesa.

«A Lua de Maria Sem» em CD e Livro

Terça-feira, 5 Julho, 2011

O mais recente projecto de João Monge, “A Lua de Maria Sem”, é a primeira peça escrita por este letrista, a partir dos fados de Alfredo Marceneiro, e contada, entre a palavra e a música, por Maria João Luís e por Manuela Azevedo (Clã) que constituem, assim, duas expressões de uma mesma personagem, Maria Sem.

Depois da estreia da peça, em Abril passado, no São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa, chega agora ao mercado o CD/Livro com o mesmo nome e que contém, além do conteúdo áudio da peça, gravado anteriormente em estúdio, o texto completo.

Para além dos fados de Alfredo Marceneiro, “A Lua de Maria Sem” integra ainda o Fado Menor, cujo autor se desconhece, e música incidental da autoria de José Peixoto, que se encarregou igualmente dos arranjos e da direcção musical.

Musicalmente os fados de Alfredo Marceneiro são apresentados com uma linguagem contemporânea e com uma instrumentação diversa da habitualmente utilizada no Fado: guitarra, baixo e clarinete.

Em palco, o resultado artístico situa-se entre a peça de teatro com música ao vivo e o “concerto encenado”.

“A Lua de Maria Sem” é uma Edição Autor com distribuição Quarta Perfeita.

Ecos do Fado na Arte Portuguesa XIX-XXI

Domingo, 3 Julho, 2011

A Câmara Municipal de Lisboa através da EGEAC/Museu do Fado promove a partir do dia 7 de Julho a exposição Ecos do Fado na Arte Portuguesa, Séculos XIX-XXI na Sala do Risco, Pátio da Gale

No quadro da Candidatura do Fado à Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade (UNESCO) encontra-se a Câmara Municipal de Lisboa através da EGEAC/Museu do Fado a promover uma exposição consagrada à presença do Fado nas Artes Plásticas a decorrer na Sala do Risco, no Pátio da Galé, de 7 de Julho a 17 de Setembro de 2011.

Entretecida no quadro de um diálogo estreito com a cidade, a História do Fado é também a história de todos aqueles que o recriaram nos domínios da criação plástica. Neste sentido, um olhar atento sobre as artes plásticas nacionais que representaram o tema, atesta, inevitavelmente, o profundo enraizamento do Fado à escala regional e nacional, bem como a transversalidade da sua representação, como objecto de inesgotável citação e recriação pictórica pelas sucessivas gerações de artistas plásticos nacionais, no quadro de distintas motivações e constrangimentos estéticos, ideológicos ou simbólicos.
Consagrada à relação do fado com a experiência plástica nacional, a exposição propõe uma leitura integrada e multidisciplinar das representações do Fado na Arte Portuguesa dos sécs. XIX-XXI, incluindo obras de Roque Gameiro, Columbano, José Malhoa, Constantino Fernandes, Almada Negreiros, Amadeo Souza Cardoso, Eduardo Viana, Domingos Alvarez, BernardoMarques, Stuart Carvalhais, João Abel Manta, Carlos Botelho, Cândido da Costa Pinto, Júlio Pomar, Leonel Moura, Graça Morais, António Carmo, Paula Rego, João Vieira, Arman, Adriana Molder, João Pedro Vale, Miguel Palma e Joana Vasconcelos, entre outros testemunhos que recriaram o tema.

Fonte

A China Lisboeta

Sábado, 2 Julho, 2011

Mais informações: Renovar a Mouraria

«Vai Dar Banho ao Cão» no Villaret

Terça-feira, 28 Junho, 2011

Depois da estreia no Casino de Espinho e temporada no Teatro Sá da Bandeira no Porto, o espectáculo “Vai Dar Banho ao Cão” apresenta-se no Teatro Villaret  a partir de 1 de Julho.

Bilhetes á venda em Ticketline e na bilheteira do teatro.

Sexta e Sábado ás 21h30

Dom. ás 16h

Horário da Bilheteira 5ª a Sábado das 13H ás 21H30    Dom. 13H ás 16H30

Teatro de revista, musical ou chamem-lhe o que quiserem, “Vai Dar Banho ao Cão” é a garantia de ao fim de 101 minutos o espectador adquirir uma bagagem cultural suficiente para não precisar de ir ao teatro nos próximos 50 anos.

Aguardada pelos paparazzi e repórteres, o representante da mais famigerada Troika da nossa história, chega a Portugal com uma nova solução para o cumprimento do empréstimo.

No meio da agitação e flashes, o Sr. Perez Troika anuncia que o Parque Mayer tem o prazo de apenas um dia para o pagamento de 78 mil milhões.

Assim, contra-regra, ponto, costureiras, arrumadores e técnicos, revelando insuspeitadas vocações artísticas, transformam-se nos protagonistas de um enorme êxito teatral supervisionado pela grande produtora internacional Ângela Merkel.

Começa então a contar-se a mais ou menos verdadeira história da cidade de Lisboa em cem mil anos de aventuras e paixão.

A história começa em plena idade da pedra e, avançando no tempo passa pela conquista de Lisboa, contada por Martim Moniz “O Entalado”, a saga dos descobrimentos, o cinema dos anos 40, as noivas de Santo António e, como não podia deixar de ser, o Pátio das Cantigas em pleno século XXI.

“Vai dar banho ao cão!” é uma viagem pela nossa história e memórias colectivas, recheada de figuras, tristes figuras e figurinhas tristes, bem como a sátira social e política, elemento fundamental na revista à portuguesa.

Já nas Lojas, Ciganos D’ouro «Fado Flamenco»

Sábado, 18 Junho, 2011

CIGANOS D’OURO

«FADO FLAMENCO»

Novo álbum chega às lojas a 27 de Junho!

Inclui temas originais e versões de temas de Amália, José Régio, entre outros, e de um tema celebrizado por Ney Matogrosso.

“Fado Flamenco” é o sétimo álbum dos Ciganos D’Ouro, banda que assinala dezassete anos de carreira marcada pelo sucesso das suas apresentações ao vivo, não só em Portugal mas também no estrangeiro, nomeadamente em festivais internacionais de wold music (Bélgica, Holanda, Macau, República Checa, Finlândia, Espanha, entre outros).

Dos onze temas do alinhamento de “Fado Flamenco”, seis surgem como uma fusão entre o Fado e o Flamenco, dando uma nova cor a fados como “Lisboa Antiga”, “Ai Maria”, “Gente da minha terra”, “Oiça lá ó Sr. Vinho” de Amália Rodrigues e também “Fado Português” de José  Régio, interpretados como um hino à alegria na forma de ver o Fado pelos Ciganos D’Ouro.

Em “Fado Flamenco”, os Ciganos D’Ouro apresentam igualmente um tema celebrizado por Ney Matogrosso, “Bandolero”, que neste registo adquire uma nova roupagem. O mesmo acontece com “Verde viento, Verde rama”, um poema de Frederico Garcia Lorca que, à semelhança de álbuns anteriores, é um autor de referência do grupo.

Neste trabalho, o trio apresenta novas versões interpretadas ao estilo Ciganos D’Ouro mas também temas da autoria do colectivo, exemplo de “El poeta”, “Barrio Marineros” e “Vesúvio”, escritos por Sérgio Silva e onde impera a matriz flamenca, culminando com um fandango de Gabriel Moreno.

Com este novo trabalho, os Ciganos D’Ouro pretendem não só continuar a mostrar a essência da música cigana, directamente ligada ao flamenco, como cantar o Fado sob uma perspectiva diferente sem, contudo, deixar de homenagear a música portuguesa e a sua própria língua.

Alinhamento “Fado Flamenco” :

1.       Lisboa Antiga

2.       Ó Gente da Minha Terra

3.       Ai, maria

4.       Fado Português

5.       Bandoleiro

6.       Oiça lá, ó Senhor Vinho

7.       El Poeta

8.       Barrio Marineros

9.       Vesúvio

10.    Fandango

11.    Verde Vento, Verde Rama

Cuca Roseta no Cool Jazz Fest

Quarta-feira, 15 Junho, 2011

Concertos anunciados para o próximo mês de julho, na zona de Cascais. Cartaz do Cascais Cool Jazz está completo.
Há mais três nomes confirmados no cartaz do Cool Jazz Fest 2011.

Tal como anunciado pelo próprio artista no recente concerto na Aula Magna, em Lisboa, Aloe Blacc (na foto) atua no Parque Marechal Carmona, em Cascais, a 28 de julho.

A nova fadista Cuca Roseta sobe ao palco do Parque de Palmela a 22 de julho e, dois dias antes, a brasileira Maria Rita apresenta-se ao vivo no Parque Marechal Carmona.

Os bilhetes custam 30 euros (Aloe Blacc), 25 euros (Cuca Roseta) e entre 25 euros e 40 euros (Maria Rita).

Com estas confirmações, o cartaz do Cool Jazz Fest 2011 fica completo.

4 de julho
Sharon Jones & the Dap Kings no Parque Marechal Carmona

6 de julho
Madeleine Peyroux no Parque Marechal Carmona, Cascais (primeira parte: Pierre Ardene)

7 de julho
Mayer Hawthorne no Parque Marechal Carmona

8 de julho
Céu no Parque Marechal Carmona

10 de julho
El Cigala Parque Marechal Carmona

17 de julho
Charles Bradley & The Budos Band no Parque Marechal Carmona, Cascais

20 de julho
Maria Rita no Parque Marechal Carmona

21 de julho
Seal no Hipódromo Manuel Possolo, Cascais

22 de julho
Cuca Roseta no Parque Palmela

23 de julho
Maria Schneider com a Orquestra Jazz de Matosinhos no Parque de Palmela

28 de julho
Aloe Blacc no Parque Marechal Carmona, em Cascais

29 de julho
Jamie Cullum e Luísa Sobral no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais

Fonte

Atlantihda ao vivo

Quarta-feira, 15 Junho, 2011

Uma canção genuinamente portuguesa
Apresentação do álbum de estreia ao vivo:

14 de Julho e 12 e 25 de Agosto – 20h30- Casa da Música (Palco Super Bock)

*Acesso reservado a quem possui o bilhete adquirido na Fnac, aquando da compra do álbum – limitado ao número de lugares disponíveis nas salas em questão)*

O álbum de estreia dos Atlantihda marca o aparecimento do mais recente grupo, cuja sonoridade muitos já classificam de “Nova Música Portuguesa”.

Antes de subir ao palco do Cinema S. Jorge (Lisboa) já no dia 30 de Maio (2.ª feira), a banda apresenta o disco homónimo na Tertúlia Castelense (Maia) esta sexta-feira (27 de Maio). Nos meses de Julho (dia 14) e Agosto (dias 12 e 25), o colectivo integrará a programação da Casa da Música no Palco Super Bock ao Ar Livre.

Um caminho possível seria reinventar a tradição, pegando em algumas vozes e instrumentos do universo pop, atraindo a guitarra portuguesa para a definir como “Novo Fado”. Em vez disso, os Atlantihda reencontram as raízes da cultura de um povo com história, absorvendo o que de mais genuíno está contido na alma deste projecto. Também aqui se encontram a guitarra braguesa, os adufes, as formas, as melodias e os ritmos que todos vieram a adquirir nas suas “Viagens”, mas numa atitude consciente de que se pode fazer música de raiz popular (escrita ou não), usando uma linguagem contemporânea que parte das vivências de músicos dos nossos dias.

Acima de tudo, o conceito da banda assenta na música tradicional de raiz portuguesa, onde o fado ganha alguma curiosidade e entra neste “território” para se reencontrar e possivelmente, conhecer mais um capítulo da história das suas origens, criando assim “Uma canção genuinamente portuguesa”