Arquivo do Mês de Junho, 2011

«Vai Dar Banho ao Cão» no Villaret

Terça-feira, 28 Junho, 2011

Depois da estreia no Casino de Espinho e temporada no Teatro Sá da Bandeira no Porto, o espectáculo “Vai Dar Banho ao Cão” apresenta-se no Teatro Villaret  a partir de 1 de Julho.

Bilhetes á venda em Ticketline e na bilheteira do teatro.

Sexta e Sábado ás 21h30

Dom. ás 16h

Horário da Bilheteira 5ª a Sábado das 13H ás 21H30    Dom. 13H ás 16H30

Teatro de revista, musical ou chamem-lhe o que quiserem, “Vai Dar Banho ao Cão” é a garantia de ao fim de 101 minutos o espectador adquirir uma bagagem cultural suficiente para não precisar de ir ao teatro nos próximos 50 anos.

Aguardada pelos paparazzi e repórteres, o representante da mais famigerada Troika da nossa história, chega a Portugal com uma nova solução para o cumprimento do empréstimo.

No meio da agitação e flashes, o Sr. Perez Troika anuncia que o Parque Mayer tem o prazo de apenas um dia para o pagamento de 78 mil milhões.

Assim, contra-regra, ponto, costureiras, arrumadores e técnicos, revelando insuspeitadas vocações artísticas, transformam-se nos protagonistas de um enorme êxito teatral supervisionado pela grande produtora internacional Ângela Merkel.

Começa então a contar-se a mais ou menos verdadeira história da cidade de Lisboa em cem mil anos de aventuras e paixão.

A história começa em plena idade da pedra e, avançando no tempo passa pela conquista de Lisboa, contada por Martim Moniz “O Entalado”, a saga dos descobrimentos, o cinema dos anos 40, as noivas de Santo António e, como não podia deixar de ser, o Pátio das Cantigas em pleno século XXI.

“Vai dar banho ao cão!” é uma viagem pela nossa história e memórias colectivas, recheada de figuras, tristes figuras e figurinhas tristes, bem como a sátira social e política, elemento fundamental na revista à portuguesa.

Já nas Lojas, Ciganos D’ouro «Fado Flamenco»

Sábado, 18 Junho, 2011

CIGANOS D’OURO

«FADO FLAMENCO»

Novo álbum chega às lojas a 27 de Junho!

Inclui temas originais e versões de temas de Amália, José Régio, entre outros, e de um tema celebrizado por Ney Matogrosso.

“Fado Flamenco” é o sétimo álbum dos Ciganos D’Ouro, banda que assinala dezassete anos de carreira marcada pelo sucesso das suas apresentações ao vivo, não só em Portugal mas também no estrangeiro, nomeadamente em festivais internacionais de wold music (Bélgica, Holanda, Macau, República Checa, Finlândia, Espanha, entre outros).

Dos onze temas do alinhamento de “Fado Flamenco”, seis surgem como uma fusão entre o Fado e o Flamenco, dando uma nova cor a fados como “Lisboa Antiga”, “Ai Maria”, “Gente da minha terra”, “Oiça lá ó Sr. Vinho” de Amália Rodrigues e também “Fado Português” de José  Régio, interpretados como um hino à alegria na forma de ver o Fado pelos Ciganos D’Ouro.

Em “Fado Flamenco”, os Ciganos D’Ouro apresentam igualmente um tema celebrizado por Ney Matogrosso, “Bandolero”, que neste registo adquire uma nova roupagem. O mesmo acontece com “Verde viento, Verde rama”, um poema de Frederico Garcia Lorca que, à semelhança de álbuns anteriores, é um autor de referência do grupo.

Neste trabalho, o trio apresenta novas versões interpretadas ao estilo Ciganos D’Ouro mas também temas da autoria do colectivo, exemplo de “El poeta”, “Barrio Marineros” e “Vesúvio”, escritos por Sérgio Silva e onde impera a matriz flamenca, culminando com um fandango de Gabriel Moreno.

Com este novo trabalho, os Ciganos D’Ouro pretendem não só continuar a mostrar a essência da música cigana, directamente ligada ao flamenco, como cantar o Fado sob uma perspectiva diferente sem, contudo, deixar de homenagear a música portuguesa e a sua própria língua.

Alinhamento “Fado Flamenco” :

1.       Lisboa Antiga

2.       Ó Gente da Minha Terra

3.       Ai, maria

4.       Fado Português

5.       Bandoleiro

6.       Oiça lá, ó Senhor Vinho

7.       El Poeta

8.       Barrio Marineros

9.       Vesúvio

10.    Fandango

11.    Verde Vento, Verde Rama

Cuca Roseta no Cool Jazz Fest

Quarta-feira, 15 Junho, 2011

Concertos anunciados para o próximo mês de julho, na zona de Cascais. Cartaz do Cascais Cool Jazz está completo.
Há mais três nomes confirmados no cartaz do Cool Jazz Fest 2011.

Tal como anunciado pelo próprio artista no recente concerto na Aula Magna, em Lisboa, Aloe Blacc (na foto) atua no Parque Marechal Carmona, em Cascais, a 28 de julho.

A nova fadista Cuca Roseta sobe ao palco do Parque de Palmela a 22 de julho e, dois dias antes, a brasileira Maria Rita apresenta-se ao vivo no Parque Marechal Carmona.

Os bilhetes custam 30 euros (Aloe Blacc), 25 euros (Cuca Roseta) e entre 25 euros e 40 euros (Maria Rita).

Com estas confirmações, o cartaz do Cool Jazz Fest 2011 fica completo.

4 de julho
Sharon Jones & the Dap Kings no Parque Marechal Carmona

6 de julho
Madeleine Peyroux no Parque Marechal Carmona, Cascais (primeira parte: Pierre Ardene)

7 de julho
Mayer Hawthorne no Parque Marechal Carmona

8 de julho
Céu no Parque Marechal Carmona

10 de julho
El Cigala Parque Marechal Carmona

17 de julho
Charles Bradley & The Budos Band no Parque Marechal Carmona, Cascais

20 de julho
Maria Rita no Parque Marechal Carmona

21 de julho
Seal no Hipódromo Manuel Possolo, Cascais

22 de julho
Cuca Roseta no Parque Palmela

23 de julho
Maria Schneider com a Orquestra Jazz de Matosinhos no Parque de Palmela

28 de julho
Aloe Blacc no Parque Marechal Carmona, em Cascais

29 de julho
Jamie Cullum e Luísa Sobral no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais

Fonte

Atlantihda ao vivo

Quarta-feira, 15 Junho, 2011

Uma canção genuinamente portuguesa
Apresentação do álbum de estreia ao vivo:

14 de Julho e 12 e 25 de Agosto – 20h30- Casa da Música (Palco Super Bock)

*Acesso reservado a quem possui o bilhete adquirido na Fnac, aquando da compra do álbum – limitado ao número de lugares disponíveis nas salas em questão)*

O álbum de estreia dos Atlantihda marca o aparecimento do mais recente grupo, cuja sonoridade muitos já classificam de “Nova Música Portuguesa”.

Antes de subir ao palco do Cinema S. Jorge (Lisboa) já no dia 30 de Maio (2.ª feira), a banda apresenta o disco homónimo na Tertúlia Castelense (Maia) esta sexta-feira (27 de Maio). Nos meses de Julho (dia 14) e Agosto (dias 12 e 25), o colectivo integrará a programação da Casa da Música no Palco Super Bock ao Ar Livre.

Um caminho possível seria reinventar a tradição, pegando em algumas vozes e instrumentos do universo pop, atraindo a guitarra portuguesa para a definir como “Novo Fado”. Em vez disso, os Atlantihda reencontram as raízes da cultura de um povo com história, absorvendo o que de mais genuíno está contido na alma deste projecto. Também aqui se encontram a guitarra braguesa, os adufes, as formas, as melodias e os ritmos que todos vieram a adquirir nas suas “Viagens”, mas numa atitude consciente de que se pode fazer música de raiz popular (escrita ou não), usando uma linguagem contemporânea que parte das vivências de músicos dos nossos dias.

Acima de tudo, o conceito da banda assenta na música tradicional de raiz portuguesa, onde o fado ganha alguma curiosidade e entra neste “território” para se reencontrar e possivelmente, conhecer mais um capítulo da história das suas origens, criando assim “Uma canção genuinamente portuguesa”

Há Fado no terreiro do Paço

Quarta-feira, 15 Junho, 2011

O Terreiro do Paço transforma-se em Terreiro do Fado, todos os fins-de-semana até ao final de Junho.

A iniciativa serve de apoio á candidatura do fado a Património Imaterial da Humanidade. Os concertos – gratuitos – acontecem já este fim-de-semana e a aposta recai nos jovens valores do fado.

Depois do êxito da iniciativa em Abril, o Terreiro do Fado regressa em força ao Terreiro do Paço, todos os sábados e domingos às 18h00. Suportada pela dinâmica criada com a candidatura do Fado a Património Imaterial da Humanidade, a iniciativa de promoção dos novos valores desta arte escolheu um dos mais belos espaços lisboetas.

Para além dos concertos ao fim-de-semana, haverá uma sessão especial no dia de Santo António, 13 de Junho, também às 18h00, no antigo refeitório do Ministério das Finanças, na ala Nascente da Praça do Comércio.

Junho

18 (sábado) Sara Correia e Tânia Oleiro
19 (domingo) Vanessa Alves e Duarte Coxo
25 (sábado) Liliana Silva e Gisela João
26 (domingo) Tânia Oleiro e Duarte Coxo)

Os Eléctricos

Terça-feira, 7 Junho, 2011

Música para-popular portuguesa com esteróides? Swingabilly? Ié-Ié Tuga? Punkvalsa? Skanetismo (ska+cançonetismo)? Tango-western ou música para baile de finalistas? Com OS ELÉCTRICOS todas estas categorias valem, pois sintetizam a sua missão: animar crianças, jovens, adultos e idosos (com e sem bengalas, agulhas de crochet e baralhos de cartas).

Neste primeiro álbum d’OS ELÉCTRICOS, editado pela Sony Music e produzido por Miguel Castro, o grupo evoca o charme alfacinha dançante e poético dos anos 40 e segue à aventura Rock’n’Rolante dos 50s.

Entrelaçando estilos e estéticas, OS ELÉCTRICOS revivem de um modo totalmente reinventado temas de Francisco José – Olhos Castanhos, Beatriz Costa – A Agulha e o Dedal, Vicente da Câmara – Tranças Pretas, Mirita Casimiro – Canção da Papoila, Elvis Presley – Suspicious Minds, Natércia Barreto – Óculos de Sol, e acrescentam ainda as suas canções originais bem inspiradas nos dias eldorados dessa música tão popular e nostalgicamente urbana: Anda Um Cupido A Voar, Se Não Aprendes A Dançar Este IéIé, Love Me Tender à Beira do Mar, Cantiga da Lua Azul (com a participação do ilustre e destemido Coro Infantil de St.º Amaro de Oeiras) e A Boite do Estoril (que conta com a gentil colaboração desse baluarte do Norte que é Rui Reininho).

OS ELÉCTRICOS nasceram em Lisboa, em Fevereiro de 2010. A formação é composta pelos seguintes elementos: Nuno Faria (contrabaixo), Maria João Silva (voz), Miguel Castro (guitarra), Luis Gaspar (bateria) e André Lentilhas (banjo e guitarra dobro).

Alinhamento ‘Os Eléctricos’ (CD; Digital):

1.       Óculos de Sol

2.       Moda das Tranças Pretas

3.       Se Não Aprendes A Dançar Este Ié-Ié

4.       A Boite do Estoril

5.       Canção da Papoila

6.       Olhos Castanhos

7.       Anda Um Cupido A Voar

8.       Love Me Tender à Beira do Mar

9.       Cantiga da Lua Azul (versão ska)

10.    Suspicious Minds

11.    Morar Consigo Na Lapa

12.    A Agulha e o Dedal

13.    Cantiga da Lua (Versão Integral)

Jorge Fernando e Fábia Rebordão

Terça-feira, 7 Junho, 2011

Kátia em Vila Real

Segunda-feira, 6 Junho, 2011

Katia Guerreiro é uma intérprete consagrada e reconhecida como uma notável embaixadora da música portuguesa.

Desde o início da sua carreira, tem apresentado o Fado um pouco por todo o mundo. França, Marrocos, Bélgica, Inglaterra, País de Gales, Egipto, Suíça, Espanha, Noruega, Polónia, Suécia, Grécia, Coreia do Sul, Japão, Itália, Tunísia, Nova Caledónia, Turquia e Índia, para além de Portugal, são países que já aplaudiram as suas actuações nos mais belos palcos e nos mais importantes festivais de música.

Da sua discografia fazem parte os álbuns: “Fado Maior” (2001); “Nas Mãos do Fado” (2003); “Tudo ou Nada” (2005); “Fado” (2008); “Fados do Fado” (2009); “10 Anos nas Asas do Fado” (2010), para além de diversas parcerias e encontros musicais com reputados artistas,  nacionais e estrangeiros.

Em todos os seus trabalhos discográficos, Katia Guerreiro tem demonstrado a preocupação de privilegiar a poesia dos maiores nomes da literatura portuguesa.

18 de Junho – Teatro de Vila Real (Auditório Exterior)

Hora: 22.30h

Entrada Gratuita

Ministério e CML chegam a acordo sobre futuro do “espólio do fado”

Quinta-feira, 2 Junho, 2011

Acervo reunido por coleccionador inglês inclui oito mil gravações que serão agora estudadas e digitalizadas para depois serem divulgadas.

Dez anos e seis ministros da Cultura depois, a situação do “espólio do fado”, nome por que ficou conhecida a colecção de oito mil registos fonográficos reunida pelo britânico Bruce Bastin e vendida a Portugal por 910 mil euros em 2009, vai ser resolvida formalmente. Como? Através de um protocolo entre o Ministério da Cultura e a Câmara Municipal de Lisboa, que deverá ser assinado na próxima semana e que estabelecerá as condições de preservação e estudo do acervo que está há quase três anos no Museu do Fado.

“O que o protocolo vai fazer é regular a forma como a colecção vai ser gerida entre o ministério e a câmara, os dois co-proprietários”, disse ao PÚBLICO Miguel Honrado, presidente da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), a empresa municipal que dividirá com o Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) a responsabilidade da colecção.

O ministério e a câmara partilharam os custos da aquisição do espólio em parte desiguais, pagando a administração central 70 por cento do montante total, quase 640 mil euros (o mecenas prometido não chegou a aparecer). Por ter pago menos, explicou Miguel Honrado, a autarquia, através da EGEAC e do seu Museu do Fado, ficará agora encarregada de garantir a fase seguinte, do estudo e digitalização dos registos.

“Não teria valido a pena comprar a colecção se ela ficasse fechada nas reservas de um museu. É preciso tratá-la e disponibilizá-la”, afirmou.

Mal se assine o protocolo, uma equipa de investigadores dirigida pela directora do Museu do Fado, Sara Pereira, pelo musicólogo Rui Vieira Nery e pela etnomusicóloga Salwa Castelo-Branco, da Universidade Nova de Lisboa, darão início a um processo de inventariação, estudo e digitalização da colecção reunida por Bruce Bastin (ver caixa).

Conhecer a colecção

O acervo, que Rui Vieira Nery considera de extrema importância para a história do fado e da gravação fonográfica em Portugal, inclui cinco mil registos em 78 rotações feitos entre 1904 e 1945 pela major inglesa Gramophone e por editoras como a HMV e a Columbia. Mas há também três mil “rodelas” compradas no Brasil pelo coleccionador, que foram as últimas a chegar ao museu. São de Júlia Florista, Maria Vitória, Delfi da Cruz, António Menano e do popular Alfredo Marceneiro as principais vozes que Bastin reuniu.

“A colecção é muito importante, mas precisamos de conhecê-la melhor e de a dar a conhecer quando esse trabalho de estudo estiver feito”, diz Miguel Honrado, acrescentando que ela deverá depois integrar um grande arquivo digital, uma das medidas previstas no plano de salvaguarda da candidatura do fado a património mundial, submetida à Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) em Junho do ano passado.

Nesta altura faltam seis meses para saber se o fado passará a fazer parte da lista do património imaterial da humanidade. Em Novembro o comité internacional da UNESCO reúne -se em Bali e o optimismo, tal como a responsabilidade, é grande. A candidatura, explica Miguel Honrado, impõe limites precisos ao plano de salvaguarda: “Tem de se cumprir entre 2011 e 2013, o que significa que temos pouco mais de dois anos para pôr o arquivo digital a funcionar, ou grande parte dele, pelo menos.”

E, depois, a colecção mantém-se no Museu do Fado ou passa para o futuro Museu Nacional da Música? É possível que venha a passar para o museu do IMC, “mas nada está ainda decidido”.

Em Maio do ano passado, o secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, anunciou que em 2014 o Museu da Música sairia das instalações que ocupa na estação de metro dos Alto dos Moinhos desde 1994, instalando-se no Convento de São Bento de Cástris, em Évora, um imóvel que está devoluto e cuja adaptação exigirá obras profundas, disse à data a directora regional de Cultura do Alentejo, Aurora Carapinha. Essas obras ainda não começaram.

Fonte

«Casamento em Jogo» no Teatro da Trindade

Quinta-feira, 2 Junho, 2011

O que é o amor conjugal?

Será possível manter o amor vivo durante trinta anos sem que haja lugar
para ressentimentos e recriminações?

Será que um casamento é feito por dois seres que se
complementam, ou por duas pessoas que afinal se desconhecem?

Esta comédia dramática de Edward Albee, inédita em Portugal, expõe com
intensidade as decepções, alegrias, memórias e traições que se revelam durante
uma noite de conflito entre um homem e uma mulher.
Ao amanhecer a separação parece inevitável, mas nenhum dos dois dá o
primeiro passo.

CASAMENTO EM JOGO de Edward Albee

ENCENAÇÃO Graça P. Correa CENOGRAFIA Ana Vaz

INTERPRETAÇÃO Cucha Carvalheiro e Rogério Samora