Arquivo do Mês de Janeiro, 2011

Óquestrada é «A Estrela da Tarde»

Segunda-feira, 31 Janeiro, 2011

Na «Casa de Fados» conduzida por Inga Oliveira, já na próxima Quarta-feira, pelas 18 horas. O coletivo almadense apresenta o disco «Tasca Beat» que já atingiu o galardão de Ouro.

O novo CD de Cristina Branco é uma «Caixa de Pandora»

Sexta-feira, 28 Janeiro, 2011

Além de fado, o novo disco da cantora portuguesa terá tango, bolero e uma canção composta por Pedro da Silva Martins, dos Deolinda.

Dois anos depois de Kronos , Cristina Branco promete abrir uma “caixa de Pandora musical” num disco, no mínimo, arriscado. A ideia é mestiçar, fundir paixões e sonoridades, do tango ao bolero e à milonga sem esquecer, claro, o fado. O de face nova, também, com tempero de Deolinda. De facto, um dos temas mais fortes do disco e principal aposta para primeiro single é da autoria de Pedro da Silva Martins, compositor mestre dos Deolinda.

Depois de já ter interpretado Camões, Shakespeare e Eugénio de Andrade (em Sensus , de 2003), no seu 12º registo, Cristina Branco atira-se a palavras de Lobo Antunes, Vasco Graça Moura, Manuela de Freitas, Chico Buarque e Carlos Tê, entre outros. Da notável “orquestra” fazem parte Mário Laginha, António Vitorino d’Almeida, João Paulo Esteves da Silva, Carlos Bica…

O disco chega às lojas no final de Fevereiro.

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Luísa Rocha edita CD de Estreia!

Quinta-feira, 27 Janeiro, 2011

Chama-se Luísa Rocha. Canta o fado… desde sempre, e tem pronto para sair a 31 de Janeiro o seu albúm de estreia “Uma noite de amor”

Chama-se Luísa Rocha. Canta o fado… desde sempre!, profissionalizando-se há uns dez anos e tendo actuado metade desse tempo no Marques da Sé e a outra no Clube de Fado, onde canta regularmente; pelo meio, participou no Festival de Zamora e teve uma pequena actuação ao vivo no filme “Amália”.

Mas nunca teve pressa em gravar. Aprendeu devagarinho; há coisas que se aprendem melhor sem pôr o carro à frente dos bois. E talvez ainda não tivesse gravado se não fosse o entusiasmo dum grande músico, o viola Carlos Manuel Proença, que se apaixonou pela sua voz.

O disco foi preparado com vagares próprios da grande gastronomia. Sem uma receita milagrosa e bombástica mas com os melhores ingredientes: músicos de primeira água, um reportório onde as versões e os temas originais se equilibram sabiamente e um estúdio onde as coisas demoraram o que tinham de demorar, uns temas sendo rapidamente gravados, outros requerendo um pouco mais de tempo para casar as palavras e as músicas, para os arranjos ficarem como devia ser, para a voz servir as palavras, Luísa, discreta e eficaz, sabendo que uma interpretação é apenas tão boa quanto ficar aquilo que se canta – afinal de contas, o que chega até nós e mais profundamente mexe connosco.

Acompanhante habitual de Camané, Carlos do Carmo, Aldina e Mísia e tocando também com artistas como Cristina Branco, Paulo de Carvalho ou António Zambujo, fácil seria a Carlos Manuel Proença reunir os melhores músicos para mais um trabalho como produtor. E recrutou em primeiro lugar o seu camarada de armas mais frequente, o grande (sob todos os aspectos!) José Manuel Neto que toca em metade das faixas do disco. Só a presença destes dois seria já notícia – quem gosta de Fado sabe o que estamos a dizer. Mas há mais.

O álbum de estreia de Luísa Rocha é uma verdadeira cimeira de guitarristas. Para além de José Manuel Neto, encontramos aqui (só…!) Mário Pacheco, Custódio Castelo e Ricardo Rocha, guitarristas que têm feito ao longo dos últimos quinze anos, como solistas ou como acompanhadores, alguma da mais importante discografia do Fado e da Guitarra. E encontramos também o mais jovem Guilherme Banza que já acompanhou Kátia Guerreiro, Ana Moura e Raquel Tavares.

E encontramos também, Daniel Pinto (baixo acústico) e Luís Clode (violoncelo) e os cantores Tó Cruz e Paulo Ramos, as duas vozes que aparecem de surpresa no 1º single de Luísa Rocha, um fado-canção inédito de Paulo de Carvalho, “Dou-te um Beijo (e Fujo de Ti)”…

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Sombras, uma criação de Ricardo Pais

Quarta-feira, 26 Janeiro, 2011

De 28 a 30 de Janeiro o São Luiz apresenta a mais recente criação de Ricardo Pais, Sombras – A nossa tristeza é uma imensa alegria.

Sombras – a nossa tristeza é uma imensa alegria, a mais recente criação de Ricardo Pais, pode dizer-se que “sonha o modo de ser português”. Num tributo apaixonado às mais belas palavras em português (António Ferreira, Garrett, Pessoa, entre outros), este é um espectáculo que parte do fado e dá seguimento aos trabalhos anteriores do encenador Raízes Rurais.Paixões Urbanas (1997) e Cabelo Branco é Saudade (2005). Nas palavras de Ricardo Pais: “Um pouco menos ritual do que «Raízes Rurais»… e menos solene do que «Cabelo Branco»… cheio de eventos inesperados, contrastantes por vezes. É um espectáculo heteróclito, decididamente contra os tiques típicos dos espectáculos de fusão ou de world music, mas tem no Fado o seu coração sofrido e no Fandango uma espécie de cavalgada eufórica.”

Sombras conta com uma equipa de excepção – na qual se contam Fabio Iaquone, Mário Laginha e Paulo Ribeiro, só para citar alguns. “[E] estas Sombras irradiam a feliz luminosidade de uma síntese. Nelas se cruzam a Fala, o Canto e a Dança (também o Vídeo, no seu carácter simultaneamente especular e íntimo), artes e linguagens que Ricardo Pais foi industriosamente explorando ao longo do seu percurso artístico.”(in programa Sombras – TNSJ)

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Exposição Amália

Terça-feira, 25 Janeiro, 2011

Teresa Lopes Alves é «A Estrela da Tarde»

Segunda-feira, 24 Janeiro, 2011

Teresa Lopes Alves nasceu em Lisboa em 1980 e desde cedo revelou um invulgar talento vocal. Aos 2 anos cantarolava tudo o que ouvia e apesar de não repetir as palavras corretamente, estava sempre no tempo e no tom. Com 6 anos já reproduzia as músicas que mais gostava no pequeno orgão eletrónico a pilhas e aos 12 anos iniciou as lições de piano. Com 14 anos dedica-se às aulas de canto de Joana Levy que passado pouco tempo recomendou a Teresa o estúdo de música de forma mais consistente, para poder ler pautas e aprender a tocar um instrumento. Esta recomendação conduziu à frequência do curso de música, vertente de canto, na Escola de Jazz Luiz Villas-Boas do Hot Clube de Portugal. Em 2004, torna-se num dos artistas residentes do Clube de Fado, em Lisboa, onde atua regularmente acompanhada de reputados guitarristas como Fontes Rocha ou Mário Pacheco. 2010 é o ano em que edita finalmente o CD de estreia «Reflexo», constutído por seis inéditos e 6 versões, em apenas uma semana entrou para o TOP Nacional, ocupando a 13ª posição. Um trabalho que vai muito além do Fado, com poemas de Tiago Torres da Silva, Chico Buarque, Amália ou Ary dos Santos. Gravado nos estúdios Pé de Vento e Vale de Lobos conta com a produção, do também contrabaixista, Ricardo Cruz.

Rádio Amália Apoia «Com Que Voz»

Domingo, 23 Janeiro, 2011

O documentário de Nicholas Oulman, filho de Alain Oulman, «Com Que Voz» apresentado no DocLisboa 2009 e galardoado na categoria Melhor Primeira Obra chega finalmente ao grande público. Estará nos cinemas apartir de dia 27 de Janeiro e a Rádio Amália terá bilhetes duplos para oferecer o cinema City Alvalade. Entretanto o realizador será entrevistado na próxima Segunda-feira dia 24 de Janeiro pelas 16 horas em 92.0. Fique com o ouvido bem colado no seu rádio!

Concurso de Fado no CLAF

Sábado, 22 Janeiro, 2011

clafamigosdofado.blogspot.com

Deolinda lideram top de vendas em 2010

Sexta-feira, 21 Janeiro, 2011

Os Deolinda foram o grupo musical mais vendido em Portugal no ano de 2010. A banda lisboeta possui dois trabalhos no top de vendas, um em segundo lugar, “Dois Selos e um Carimbo”, e outro em 11.º, “Canção ao Lado”.
Os números são apresentados pela Associação Fonográfica Portuguesa e dão conta que o trabalho mais vendido em 2010 foi “O Mesmo de Sempre”, de Tony Carreira.
Em termos de DVDs, a música infantil domina as vendas. A série infantil “Panda Vai à Escola” obteve três dos quatro lugares cimeiros da contagem.

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Passatempo

Quinta-feira, 20 Janeiro, 2011

«FALA DA CRIADA DOS NOAILLES»

Teatro da Trindade, 21.30,  Sexta-feira

Uma paródia inconsequente de Jorge Silva Melo.

Uma eterna criada evoca as ricas horas dos mecenas, os bailes loucos, a arte livre, o amor livre, o financiamento de L`Age D´Or de Luis Buñuel, tudo na altura em que se anuncia a vinda do realizador espanhol ao palacete de Hyères onde ainda vive o Conde de Noailles, mecenas que foi de tanta gente e tanto dos surrealistas: estamos a meio dos anos 70 ( do século XX) e os anos loucos já se foram, com as jóias da família. Muito livremente inspirado em O Meu Último Suspiro de Buñuel – e nas botinas de Diário de Uma Criada de Quarto de Buñuel, é claro. E Séverine era a Belle de Jou do romance de Joseph Kessel de que Buñuel e Oliveira se apropriaram, maliciosos.